15 de dez. de 2025

​O Respeito Silencioso: Por que a alma precisa de mais do que apenas flores

​A morte é o momento mais sério e sagrado da nossa existência. É o instante da passagem, o retorno à verdadeira casa. Por isso, acredito que o maior respeito que podemos oferecer a quem parte não está nas coroas de flores ou na presença física em um velório, mas na intenção da nossa alma.
​Muitas vezes, por motivos diversos, não estamos presentes fisicamente na despedida. Mas espiritualmente, nossa responsabilidade é imensa.
​Relendo os ensinamentos do Professor Hélio Couto, encontramos um alerta gravíssimo sobre a realidade espiritual dos funerais. Ele relata que, frequentemente, em meio à comoção social e aos rituais humanos, o espírito recém-desencarnado acaba esquecido.
​Há choro, há conversas, há homenagens. Mas, muitas vezes, não há uma única oração direcionada com força e fé para o encaminhamento daquela alma.
​O espírito, confuso com a troca de dimensão, pode ficar vagando, buscando uma luz que ninguém lhe aponta. O respeito verdadeiro a quem faleceu é garantir que ele não fique perdido na densidade da matéria.
​A Oração de Encaminhamento
​Mesmo à distância, em seu silêncio e recolhimento, você pode fazer o que a multidão muitas vezes esquece. Você pode ser o canal de luz.
​O Prof. Hélio ensina uma prece austera e direta. Não é um pedido vago, é uma solicitação formal ao Divino para o resgate daquele ser.
​Com o coração sereno e respeitoso, peça ao Criador (ou à Força Superior de sua devoção):
​“Solicito, peço, ao Poder Superior, Criador, que mande alguém ajudar o indivíduo [Nome da Pessoa] que precisa ser encaminhado.”
​A Importância da Constância
​O respeito ao luto não termina no dia do enterro. A adaptação do espírito ao novo plano leva tempo. Por isso, a seriedade exige que mantenhamos essa oração diariamente por um período. É o nosso dever silencioso: sustentar a luz para que o outro caminhe em paz.
​O Ho'oponopono como Ato de Amor
​No meu trabalho e na minha vida pessoal, trato a espiritualidade com a seriedade que ela exige. O uso do Ho'oponopono (Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grata) é fundamental nesse processo.
​Ao limparmos em nós qualquer sentimento de angústia, culpa ou apego, deixamos de ser um "peso" que segura quem partiu. Transmutamos a dor em amor incondicional.
​Que possamos sempre honrar a memória de quem foi, não apenas com o luto externo, mas com a atitude interna de quem deseja, acima de tudo, a paz do espírito.

6 de out. de 2025

Deixar Deus Chegar

 

Se você captou algum vislumbre da natureza de Deus, você saberá o suficiente para parar de tentar alcançar Deus, e você vai relaxar e deixar Deus chegar até você.


Eu sou ...

​Eu Sou...

​...a calma que encontro no meio da tempestade.

...a força que reside na aceitação.

...a esperança que se renova a cada amanhecer, mesmo quando a noite parece longa.

...a clareza que enxerga além do que os olhos podem ver.

...a crença de que cada despedida nos ensina a amar mais profundamente.

...o silêncio que ouve, e a voz que compartilha para inspirar.

...a certeza de que em cada fim, há um novo começo, e em cada perda, um ensinamento.

...a paz de saber que nada acontece por acaso, e que há um propósito em tudo.

Eu Sou grata por quem caminhou e por quem ainda caminha ao meu lado, me lembrando que a vida é feita de saudade, amor e força compartilhada.

Eu Sou a essência por trás do corpo. A alma que persiste, aprende e ama.

​E você também é.

​Que cada passo da sua jornada seja uma descoberta da sua própria essência e da força que te habita. Que a verdade que ecoa em você faça bem. ✨


















 

18 de abr. de 2025

🌘 Não é só um símbolo. É uma semente.

Uma marca pequena que guarda o universo da minha alma.
Enquanto muitos querem aparecer…
Eu escolhi florescer em silêncio.

🌑 Porque quando Deus habita em mim,
até o invisível se torna luz.

🌌 Essa imagem fala mais do que mil palavras.
Ela não grita. Ela vibra.

E quem sente... entende.


 

9 de abr. de 2024

Despertar

Despertar para a vida, para os laços familiares, para uma chama que nos incendeia com propósito ao romper a alvorada.

Em minha busca por uma jornada espiritual, deparo-me com um desafio titânico.

Ao abraçarmos a perspectiva alheia, tecemos fios de empatia, ansiando socorrer os que palmilham ruas áridas ou até mesmo os confins carcerários, porém confrontamo-nos com juízos incômodos. Contemplar um mendigo e divisar nele a divina centelha, é uma epifania que me visita, entoando uma sábia lição, uma visão sublimada. Reconheço o Criador em cada semblante, em toda a criação; Tu és divino, Tua obra é plena, perfeita e inteira. O despertar não conhece atrasos, pois há um tempo divinamente reservado para cada alma.

Neste despertar, desvanecem-se as expectativas em relação aos demais, conduzindo-nos a um encontro íntimo com a essência alheia que reside em nós. São momentos de purificação de crenças enraizadas, rupturas de paradigmas e autoconhecimento.

Quando iniciamos a jornada rumo ao autoconhecimento, desvelamos que muito do que é...

...essencial já se encontrava dentro de nós, aguardando apenas o momento de ser descoberto. A jornada espiritual nos leva a compreender que a verdadeira riqueza não está nas posses materiais, mas sim na conexão com o universo e com o nosso eu mais profundo.

A cada passo dado nesse caminho de autoconhecimento, percebemos que somos parte de algo maior, que a empatia e a compaixão são pontes que nos ligam a todas as criaturas do mundo. É como se uma nova luz iluminasse nosso ser, nos mostrando que somos todos interligados, que o amor é a força motriz que move o universo.

No despertar para a vida, para a espiritualidade, descobrimos que a verdadeira grandeza está em reconhecer a divindade em cada ser humano, em respeitar a jornada de cada um e em espalhar bondade e generosidade por onde passamos. Que possamos seguir nessa jornada de autoconhecimento e conexão, sempre buscando ser a melhor versão de nós mesmos e irradiando amor e luz para o mundo.

28 de mar. de 2024

Visão, Fé, Superação: A Luz Além da Escuridão

 



Quando eu tinha apenas sete meses de idade, fui atingida pelo sarampo, uma doença que afetou meus olhos e me deixou com uma visão limitada. Desde então, eu sempre sonhei em fazer um transplante de córnea, mas, infelizmente, não obtive sucesso.

Cresci com essa deficiência, e nada foi fácil. Hoje, me restam apenas 14% da minha visão. Mas, apesar de todas as adversidades, eu nunca perdi a fé. Eu acredito que, mesmo com tão pouca visão, Deus está comigo o tempo todo.

Esta fé me dá força para continuar lutando, para continuar sonhando, para continuar acreditando que um dia, eu poderei ver o mundo com clareza. Esta fé me inspira a superar os desafios, a enfrentar as adversidades e a nunca desistir.

Eu compartilho esta história com vocês não para pedir ajuda, mas para inspirar e motivar. Para mostrar que, não importa quão grande seja o desafio, não importa quão difícil seja a jornada, com fé, podemos superar qualquer coisa.

Então, eu encorajo a todos vocês, mantenham a fé. Acreditem no poder do invisível. Deixem que a fé os guie em sua jornada, ilumine seu caminho e os inspire a alcançar grandes alturas. Porque com fé, tudo é possível.